
… escreve muito bem. É um escritor de primeira água. A forma como narra, a maneira como utiliza a repetição a seu proveito, a capacidade de nos prender ao livro e a maneira como exprime a tristeza e a perda são assombrosas. Em
Cemitério de Pianos,
José Luís Peixoto ficciona a vida de
Francisco Lázaro, atleta português que morreu na maratona dos jogos olímpicos de Estocolmo, em plena prova. E fá-lo muito bem, belíssimo livro que nos agarra e não nos deixa ir embora.
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