Mia Couto demonstra-o em todos os livros dele. Desde a maneira como (re)cria palavras à forma como mete o tempo-espaço nos seus livros.
A Varanda do Frangipani não varia do estilo habitual. Uma árvore, África, o branco desajustado das tradições africanas e do ser, idoso, africano. Livros que se lêem muito bem e que são sempre giros, estes os do
Mia Couto.
#5