
...escreve bem. Esta indiana que espantou o mundo literário com os contos de
Intérprete de Enfermidades, voltou, agora com um romance.
O Bom Nome é daqueles livros que se lê sem pausas, de forma fluida devido, sem dúvida, à mestria da autora. Contudo, por vezes parece haver algum vazio emocional no colar das diversas vivências das personagens, especialmente depois do facto marcante da vida de
Gogol, e isso quase transforma o livro numa história de família típica. Não é tão bom como o
Intérprete mas não deixa de ser um belo livro que se devora…é o mal das expectativas altíssimas.
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