Gabriel Allon é o artista e assassino da Mossad que está, outra vez, presente neste livro de
Daniel Silva.
Morte em Viena traz memórias do holocausto e ensina mais qualquer coisa sobre esse período. Como o anterior é um óptimo policial, com um belo ritmo, que nos prende do princípio ao fim. Só achei que a personagem principal,
Gabriel, estava mais frágil e mais hesitante que da última vez. Pode haver um motivo, apercebi-me agora, ao escrever isto, mas na altura pareceu-me um defeito no livo.
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