domingo, outubro 14, 2007

Adieu les bleus

Adieu les bleus, na ponta da bota do magistral e grandioso Jonny Wilkinson. Já deu um título mundial à Inglaterra e agora, não digo sozinho…mas está lá perto, mete a Inglaterra na final. E que bem que me soube ver a França, que tinha roubado à grande os All Blacks, ficar pelo caminho. Logo vemos quem acompanha a Inglaterra, espero que seja a Argentina, mas acho que é a África do Sul…já tinha dito, não já?!?

Arequipeña e Cusqueña



Cervejas de 33cl e 5% de álcool. Fraquíssimas. Há que o dizer. Não tem corpo nenhum e o sabor morre imediatamente na boca, de facto...nem bem geladinhas se safam. Ficam para colecção. Mas não são grande coisa.

Alguma música de miúdo

The Rakes foi a melhor das bandas com música para adolescente. Capture-Release tem um bom início com duas ou três musicas de qualidade e depois cai numa espécie de repeat de formulas usadas. O mesmo se passa com Teenager dos, Thrills. Confesso que não foi muito à bola, parece-me que já ouvi aquilo muitas vezes. It’s a Bit Complicated, dos Art Brut é diferente dos Thrills mas cai na mesma categoria. Música, de bandas novas para adolescentes, que lá no meio têm algumas músicas engraçadas…como este 22 grand Job.


The Rakes, Capture-Release, 22 Grand Job



Ps – Já ouvi Rainbows…e parece-me muito bem. Claro!!

sábado, outubro 13, 2007

Correcção

Há 6 post's atrás disse que esperava que Roth ganhasse o Nobel, que veio a não ganhar (…ver 3 post's atrás). Contudo, esqueci-me de dizer que Roth, ainda, não ter sido laureado é tão incrível como Mário Vargas Llosa, ainda, não o ter sido.

Grimbergen Cuvée de L’Ermitage

Cerveja de 33cl e 7,5% de álcool. Escura, agridoce, com aroma e sabor forte, meio frutado, que se mantém longamente na boca. Uma das melhores Grimbergen’s, porventura melhor que a Dubbel, que a torna uma das melhores cervejas que já bebi. Sem dúvida, há uma conclusão a tirar: as Grimbergen são as minhas cervejas preferidas e podem ser bebidas no copo delas.

Jack White é um Deus (do rock) - Parte II

The Racounters é um super-projecto paralelo do vocalista e guitarrista dos White Stripes. Broken Boy Soldier é uma bela colecção de canções que tem em Steady as She Goes o seu ponto alto. Deixo em baixo o teledisco. Também passaram pelo Cd os I Love You But I Chose Darkness, Fear is On Our Side, disco que me surpreendeu bastante e vai passar mais vezes pelo rádio do carro e os Chemical Brothers, We Are The Night, cuja música que dá nome ao álbum é incrível (se tivesse um vídeo de jeito….)


The Racounters, Broken Boy Soldier, Steady as She Goes

O Patriota

Livro bem antigo de Pearl S. Buck, prémio Nobel da literatura em 1938. De facto, o meu livro é tão velhinho que tem páginas a soltarem-se e a lombada num estado miserável. Relata a guerra entre a China e o Japão, as diferenças entre japoneses e chineses, as atrocidades e a forma como as relações sofrem com tragédias (guerras, terramotos) e tradições. Livro que se lê muito bem, que se recomenda, e que revela e denota a paixão, da autora, pelo Oriente. #44

quinta-feira, outubro 11, 2007

E o Nobel vai

para quem nunca li (o que é normal, porque eu não li muito e boa gente). Doris Lessing. Rapidamente se vai tornar best-seller em Portugal. Provavelmente com a minha ajuda pois vou espreitar a obra. Prémios valem o que valem, mas um prémio que dignifica uma obra e não apenas um livro é um prémio que me leva a tentar saber mais sobre o vencedor. A, da minha parte, conhecer: Doris Lessing. O Roth vence para o ano….

quarta-feira, outubro 10, 2007

Apesar das inovações técnicas

No rugby acontecem as mesmas coisas que no futebol. No sábado passado a Nova Zelândia foi posta fora do mundial por uma França lutadora, a defender magnificamente, e por….um árbitro (que deixou passar mãos no ruck, deu um sin bin a McCallister muito duvidoso e permitiu um passe para a frente claríssimo no segundo ensaio francês). Apesar do recurso à televisão, apenas e só em questões de ensaios, a arbitragem também define jogos. Foi uma bela lição para mim que tinha a utilização de tecnologia como uma solução quase mágica. Mas não, a nomeação errada de árbitros (escolher um árbitro novo e sem experiência, só com 14 jogos internacionais, para o jogo entre os All Blacks e o país organizador do mundial não me parece uma boa decisão. É que é só o vencedor do Três Nações contra o vencedor das Seis nações e país organizador!!!!!!!) e más decisões arbitrais, não sujeitas a avaliação tecnológica no momento, no rugby como no futebol podem e vão definir jogos. É impossível de controlar. Vai acontecer sempre. Acontece no futebol a toda a hora e aconteceu, pela primeira vez comigo a assistir, no rugby com este senhor: Wayne Barnes (curiosamente…é a fotografia do momento do sin bin ao McCallister, um dos erros).


Ainda no rugby….sobram quatro equipas no mundial. Duas do hemisfério norte e duas do sul que se defrontarão entre si, garantido um europeu e um hemisfério sul na final. Não alinho no querer que vença um europeu. Gostava que a Argentina vencesse, às costas do brilhante Juan Martin Hernandez e de Agustín Pichot, mas, como tenho dito desde a segunda semana de mundial, acredito, porque é fortíssima a defender nos momentos cruciais e nos grandes jogos, que a África do Sul vai levar o caneco para casa. À França desejo a derrota nas meias-finais e à Inglaterra, e ao soberbo Wilkinson, a derrota na final. Sábado a oito, na final, torcerei pela África do Sul (isto porque não acredito que a Argentina vença o jogo das meias-finais contra os Springboks).


Ps - sim, eu sei. É um post muito extenso.

terça-feira, outubro 09, 2007

Nobel da literatura 2007

Resolvi voltar a escrever um post na esperança que a vontade de o voltar a fazer com alguma regularidade venha. Este post é para dizer que espero que Philip Roth seja o laureado com o prémio Nobel da Literatura 2007. É uma injustiça terrível que ele, ainda (?), não tenha a obra consagrada com o Nobel. Espero que ele vença, contudo acho que vai ganhar algum ensaísta ou poeta (Ko Un, Adónis), pois há alguns anos que não vencem. Roth é o meu preferido. Mas Lobo Antunes também o vencia bem....

quarta-feira, outubro 03, 2007

Banho....

...de bola levou o Benfica. É impressão minha ou o Camacho está desmotivado?!?

quarta-feira, setembro 26, 2007

Horrível, horrível

Eis o resumo do Benfica na taça da liga.

Ps - Salva-se Adu, pode ser que arranque para uma grande época e o Fátima que eliminou o Porto.

terça-feira, setembro 25, 2007

Acabou o mundial

fica o imenso respeito e orgulho por uma equipa de coração, coragem e bravura ENORME. Foram sensacionais.

segunda-feira, setembro 24, 2007

Eu cá não sei muita coisa....



...mas presumo que quando monges budistas promovem e vão à frente de manifestações deve ser por aquele motivo pelo qual vale a pena lutar. Depois de terem sido agredidos pela polícia voltaram às ruas de forma pacífica e, desta vez, têm a população com eles. É altura de Myanmar mudar e se estivesse lá...estava com eles na rua.

domingo, setembro 23, 2007

Cansa e enerva

Bastaram 4 jornadas para José António Camacho me cansar. Tacticamente é repetitivo e desta vez não fizemos o que tanto diz: "Salir a ganar". Foi muito fraquinho. Mas que se pode esperar de uma equipa com dois uruguaios e que tira o argentino que, aparenta ser, o único que, depois do Rui Costa e Katsouranis, sabe jogar futebol?!?

Sondre Lerche (e mais música)

Já conhecia este norueguês devido à música Sleep on Needles (Radar, claro) e resolvi ouvir Duper Sessions, e preferia ter ficado só pelo Sleep on Needles. O disco tem um ar a broadway que não me agradou nada. Confesso que estava à espera de algo mais escuro, mas não me saiu nada disso. Assim, resolvi meter aqui a música que me fez ouvir Sondre Lerche: Sleep on Needles…


Sondre Lerche, Sleep on Needles


Também ouvi The Walkmen, e só gostei da maravilhosa Another One Goes By – confesso que o disco foi uma grande desilusão (no Youtube não há nada em condições DA música dos Walkmen); o ultimo Robbie Williams – Rudebox já não é tão amigo da rádio, tão fácil de ouvir como os anteriores, mas não deixa de ser engraçado…e tem uma versão de Manu Chao; E voltei a ouvir The Fragile, dos Nine Inch Nails, sempre bom.