Esta obra quase parece que pode ser encontrada em qualquer praia de qualquer país. Sobre mármore estas peças de forma simples criam uma harmonia e equilíbrio que ajudam a contrariar a desarmonia e o caos do dia a dia. Gosto destas formas simples e da forma como rapidamente atraem o nosso olhar.
domingo, março 16, 2008
Barbara Hepworth
Esta obra quase parece que pode ser encontrada em qualquer praia de qualquer país. Sobre mármore estas peças de forma simples criam uma harmonia e equilíbrio que ajudam a contrariar a desarmonia e o caos do dia a dia. Gosto destas formas simples e da forma como rapidamente atraem o nosso olhar.
sábado, fevereiro 23, 2008
Duane Hanson
Uma serena mulher de limpezas encontra-se parada, imóvel. Queenie é só mais um elemento desgastado, usado e cansado da classe mais baixa de trabalhadores, da classe operária. Esta figura escultura hiper-realista é, depois de concluída, colocada junto a objectos seleccionados, como o espanador e as esponjas. Numa galeria, acredito que confunda as pessoas, será real ou não?! Muito engraçado.
domingo, fevereiro 10, 2008
Philip Guston
sábado, janeiro 26, 2008
Antony Gormley
domingo, janeiro 13, 2008
Felix Gonzalez-Torres
domingo, janeiro 06, 2008
Andy Goldsworthy
Uma fila de folhas de ácer vermelho flutua no riacho de uma montanha…e está feita arte. Temporária, é certo…mas arte. Goldsworthy envolve-se com os recursos naturais para demonstrar o efémero e o tenso equilíbrio entre a Natureza e o homem. Devido ao tempo limitado das obras estas acabam por ser registadas em fotografia, como é o caso desta. Muito giro.
domingo, dezembro 16, 2007
Eric Gill
Um homem e uma mulher abraçam-se em êxtase(?). Este trabalho em pedra apresenta formas tão simples que quase parece não terem sido criadas em formas pesadas, em pedra, e isso parece-me o factor que torna esta obra muito boa. Criador de inúmeras obras para a Catedral de Westminster, Gill foi muito criticado na fase anterior à guerra pelas suas obras sensuais e eróticas, apesar de serem diferentes de tudo o que havia na época.
sábado, novembro 24, 2007
Pablo Gargallo
Feita de cobre, esta estátua de uma bailarina tem uma dimensão muito leve e dinâmica. Para cobre parece um material plástico e maleável e isso deve-se, sem dúvida, à mestria do escultor. Trabalhando essencialmente com bronze, cobre e metal consegue estas figuras leves cortando as folhas dos materiais muito, muito finas.sábado, novembro 17, 2007
Gilbert & George
A minha primeira exposição de arte contemporânea foi destes senhores. No CCB, numa manhã há imensos anos atrás. Lembro-me de ficar impressionadíssimo com Wu e com a forma como eles abordavam temos como a morte, a vida, a sexualidade e a religião com coisas comuns e coisas estranhíssimas (Ex- fezes, lembro-me de ver uma cruz com fezes de pombo…aliás, eles têm toda uma série chamada merda nua). São incríveis e brilhantes.
sábado, novembro 10, 2007
Katharina Fritsch
As esculturas de Fritsch são um misto de humor e coisas familiares e comuns (homem na cama, ratos, guarda-chuvas), mas que são acompanhados por sensações de desconforto e, ligeira, ambiguidade, quer pelo tamanho gigante, quer pela presença de ratos. O confronto entre a realidade do homem a dormir e a fantasia de um rato confortavelmente sentado em cima dele é meio ansioso, porém humorístico. Gosto.
sábado, setembro 08, 2007
Eric Fischl
Um miúdo olha a mãe (?), nua de pernas abertas, enquanto tem a mão enfiada na carteira, roubando a mãe. O simbolismo sexual da carteira é evidente e a atmosfera sexual criada pela luz que entra pelas frestas completa o simbolismo erótico da cena. Sem dúvida perturbador para quem olha, a nossa posição de voyeur, face ao Édipo e a séculos de tabus e cenas escondidas por portas fechadas, transforma este quadro em algo inquietante de se ver. Muito bom.
sábado, agosto 04, 2007
Paul Devaux
Este estilo que liga o clássico, o contemporâneo e o sonho, parecendo Margritte, agrada-me. Devaux, um surrealista, junta e recria a narração de algo com a atmosfera dos sonhos. Também é conhecido pelos nus femininos que incorpora nos climas obscuros e sorriais dos sonhos…mas não por mim (excepto quando os nus estão incluídos nestas atmosferas estranhas). Eu só reconheço e identifico estes quadros assim meio sonho, meio real.
quinta-feira, julho 12, 2007
sábado, junho 16, 2007
Christo (não, não é engano)
Christo e Jeanne-Claude, Costa Embrulhada, 1969
Tapar com tecido e corda e chamar a isso arte moderna, arte do século XX e XXI. Contudo, a verdade é que, ao embrulhar o espaço físico escolhido para ser embrulhado (parlamentos (reichstag), áreas costeiras…) cria-se uma curiosidade natural e encoraja as pessoas a olhar as coisas de modo diferente para os locais escolhidos. Arte é o que nós quisermos.
domingo, abril 15, 2007
Caraças, que bom!!!
sábado, abril 14, 2007
Cabelos e tripa de porco
terça-feira, abril 10, 2007
Turner (#19)

Turner, Navio Incendiado(?), 1826-1830
No meu quadro preferido dele quanto mais se olha para ele, mais interpretações existem (em baixo areia, depois mar, e céu ; ou só um vale cheio de neblina visto de uma montanha…). A própria estrutura da cor muda consoante a interpretação, e esse aspecto de mudança dá ao quadro uma vida, totalmente inesperada, tendo em conta a, aparente, simplicidade.
Turner, Começo da Cor, 1819Em resumo; é a cor que dá ao todo um ambiente geral, é a cor que é a protagonista, os objectos são apenas papéis secundários.
Turner, O Aguerridoquarta-feira, março 28, 2007
Hoje é o amanhã que te prometeram ontem
Sobre uma rua feia, numa cidade que se adivinha feia, um poema fala do paraíso. O poema, choca com o enfado, com o fim da esperança e dos sonhos que vêm com a vida monótona em qualquer uma, todas?, das cidades que ali estão representadas.
domingo, março 18, 2007
A letra: A
Só o A, desprovido do resto das letras que poderiam criar uma palavra. Neste caso, a palavra seria Labour. Ficou só o A. Ainda ligado às agulhas e, desta forma, sozinho, toma todo um significado diferente: será o inicio do abecedário, parte de uma palavra, só uma letra.....de repente, o simples facto de a letra estar ali transforma o familiar, uma letra, o A, numa coisa estranha, numa coisa que pode ser qualquer coisa: até uma obra de arte. É o atribuir ao convencional o estatuto de arte. É o recusar da finalidade habitual dos objectos (é o urinol de Duchamp…)









