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domingo, novembro 11, 2007

É pá, foi duro

Acabar O País das Peles, de Júlio Verne. Volta e meia volto a Verne para desanuviar da literatura pesada e sempre acabo por gostar. Mas, desta feita, foi mau. O livro nunca me entrou no esquema e acabei por detestar o livro, demorando, o que me pareceu anos, a acabar de o ler. #51

Ps – infelizmente, não há capa na net.

terça-feira, abril 03, 2007

Muito mais leve.

Nada como Júlio Verne para poder ler sem stress e ter tempo para outros hobbies. Este Aventuras de três russos e três ingleses, não foge ao costume: o poder da amizade e muita coisa que no nosso tempo é inaceitável: queimar florestas virgens, caçar animais em risco de extinção, etc…. Mas são sempre aventuras complexas com muito ensino à mistura. Já está. #18

terça-feira, novembro 07, 2006

Guilty Pleasure


Verne, Júlio Verne. Agora acabei de ler Um Capitão de Quinze Anos (infelizmente o meu livro não tem a capa acima colocada). É um livro à Verne: tem enormes descrições que nada têm a ver com o livro (sobre insectos, barcos e rotas marítimas, descobridores ingleses e franceses….), incorrecções históricas sobre a escravatura portuguesa em África (prontamente corrigidas pelo tradutor, em tom irritado) mas…já não se encontram livros sobre honra, coragem e amizade assim. Se calhar, com esta idade, já não devia andar a ler Verne, mas é mesmo um guilty pleasure. Quem mais trata os maus das historias por, e passo a citar, “esses grandes marotos”. Marotos?!?! É lindo.


Ps – acho que estou a ser perseguido por maus que se deslocam em carrinhas da Dilofar. Não passa um dia sem que veja o raio de uma dilofar e, cúmulo dos cúmulos, há dias em que vejo três ou quatro carrinhas destas pelo espelho retrovisor (e não é sempre a mesma, elas viram para locais diferentes…mas depois aparece logo outra!!!!). Estranho, muito estranho….