terça-feira, novembro 30, 2010
domingo, novembro 21, 2010
terça-feira, novembro 02, 2010
terça-feira, outubro 05, 2010
De volta onde nunca devia ter saído*...
* - apesar de só ter saído por motivos técnicos. A música já não se conseguia meter a tocar, quanto mais ouvir. Agora voltou. Nunca mais sai. É para ficar.
sábado, setembro 25, 2010
terça-feira, setembro 14, 2010
sexta-feira, setembro 10, 2010
quinta-feira, julho 22, 2010
quinta-feira, junho 10, 2010
segunda-feira, abril 19, 2010
(nova vaga) GOSTO!!!! (ou: Vou ser fiel sem me cansar)
sexta-feira, janeiro 22, 2010
Resumo da Década (VI): Livros
A escolha de melhor livro, editado na década passada, que li é complicada e muito difícil (especialmente quando a maior parte dos livros que leio são de autores mortos!!). Mas a escolha recaiu em À Espera, de Ha Jin. É excelente. Excelente. É uma história do amor e …a banalidade fica por aí. Retrata a história de Lin Kong, Manna Wu e… da mulher de Lin Kong. É mágico na forma, contida, como descreve a honra, o amor e o dever. É um livro que apenas aparentemente é simples. É subtil, certeiro e complexo. Parece um livro de faz de conta: faz de conta que é leve, faz de conta que é um romance, faz de conta que é uma declaração politica, faz de conta que é só aquilo que está escrito. É uma obra-prima.Não consigo fazer um pódio. Há uma série de livros escritos esta década que valem a pena mencionar por serem magníficos: vou começar pelo mais recente que li, Bestas de Lugar Nenhum, o impressionante livro de estreia de Uzodinma Iweala, depois não posso deixar de referir os seguintes: Travessuras da Menina Má, o mais recente de Llosa, a Boda do Poeta, do chileno Skarmeta, Fantasma de Anil, de Ondaatje, O Mar, de Banville, Sábado, de Ian McEwan, O Assassino Cego, o difícil mas excelente livro de Atwood, O Interprete de Enfermidades, a excelente primeira obra de Jhumpa Lahiri, Shalimar o Palhaço, do brilhantebrilhantebrilhante Salman Rushdie, Middlesex, de Eugenides, A Estrada, livro espantoso, espantoso!, de Cormac McCarthy, O Mesmo Mar, o belissimo livro de Amos Oz, e a Mancha Humana, o ultimo grande livro de Philip Roth. Estes foram dos melhores que li, daqueles que ficam na cabeça e prometem perdurar por tempos e tempos. Deve haver outros, de certeza que me estou a esquecer de livros incriveis mas, como disse no primeiro dos resumos, quando me lembrar vou acrescentando.
Contudo há que dizer que esta década foi, também, a década que me apaixonei pelas obras de autores não russos. Dostoievski, Tolstoi, Tchekov e Gogol já me tinham conquistado, mas esta foi a década em que descobri, aprofundei e enamorei-me pelas obras de Don DeLillo, J.M.Coetzee, Robert Wilson (Javier Falcon é um guilty pleasure!!!), Phillip Roth, Mário Vargas Llosa (o sargento Lituma é espectacular), John Updike (a saga Coelho e não só), Salman Rushdie (Filhos da Meia-Noite colou-se a Crime e Castigo como livro de uma vida), Pamuk e Flannery O’Connor. Apetece-me dizer também que começo a ter vontade de ler mais e mais de Buzzati, McCarthy, Murakami, Le Clezio, Oz e Ondaatje.
domingo, dezembro 27, 2009
Resumo da Década (V): Filmes
O Quarto do FilhoO resto do pódio terá de passar pelo belíssimo e pungente (…é outra surra tremenda) Valsa com Bashir e ex-aequo para o Labirinto do Fauno e o Senhor dos Anéis. São incríveis na capacidade de passar para filme, para imagem a nossa imaginação, o mito, a lenda e a fantasia. Incríveis.
Além destes, há muitos outros que merecem referencia por um ou outro motivo. Obviamente a minha memória, ou ausência dela, contribuirá para tornar esta lista omissa de excelentes filmes, mas, por agora, vou fazer referência aos seguintes: Por Outro Lado, 3 Macacos e Gomorra (por não serem precisas palavras para se perceber o que se está a passar e para descrever sentimentos), A Criança e O Silêncio de Lorna (por serem magníficos e deixarem uma moinha), 4 Meses 3 Semanas e 2 Dias (por rebentar com uma pessoa), Gran Torino, Mystic River, 1000 Dollar Baby (pela excelência da luz, das interpretações e das histórias), Uma Família à Beira de Um Ataque de Nervos (por fazer rir com gosto), Gosford Park (por ser diferente, curioso e um exercício de cinema incrível), As Horas (por ser fiel ao livro e manter a excelência), O Pianista (por ser magnifico!!!), A Melhor Juventude (pela história, pela cadencia do filme e “por ficar”), o Dancer in the Dark (por nos fazer sentir coisas), Elephant (pelo constante contraste entre o Belo e o Monstro…a cena do “Montro” a tocar o For Elise enquanto se brinca com as armas faz confusão), Às Segundas ao Sol (pelas magnificas interpretações, por ser actual, por ser “ a história de milhões” e por ser muito bom), Mar Adentro (pela beleza dos monólogos) e a Última Hora (por ser incrível)
segunda-feira, dezembro 21, 2009
Resumo da Década (IV): Séries
Sete Palmos de Terra
24 e Dexter completam o pódio. 24 porque é viciante e mantém-nos sempre alerta. Desde o primeiro episódio, da primeira série, que não consigo parar de ver. Jack Bauer (“drop your weapon, NOW!!!”) rules!!! Dexter por ser diferente, por aquele monólogos interiores, pela forma pausada de revelar a historia. Lembro-me de ver o ultimo episódio da primeira série e pensar que não queria que aquilo acabasse. Muito bom.
Claro que o ER também devia estar no pódio. Mas a série não soube parar. Devia ter acabado com a saída do Dr. Carter….mas não foi assim e perdeu com isso. Contudo, Carter, Benton e Green fazem parte de um imaginário colectivo e são personagens inesquecíveis. Depois há que mencionar o Big Love, pelo retrato da sub-cultura mórmon e pela originalidade, os Anjos na América, por nos meter no meio do que parece ser uma, constante, trip de ácidos, Heroes, por ser excelente e viciante, House, pelo Dr. House, Damages, pela estrutura intricada da série que nos obriga a estar sempre muito atentos e sem saber o que pode acontecer, Supernatural, por ser cool, Nip Tuck, por…bem, por ser o Nip Tuck, os Homens do Presidente, por ter classe e por ser uma série de politica dura e crua sem se tornar aborrecida, a Anatomia de Grey e a Bones, por terem personagens que uma pessoa aprende a gostar apesar de serem séries muito levezinhas e, às vezes, um bocado tontas, o Sem Rasto e o Mentes Criminosas, por terem conseguido sobreviver aos CSI’s com qualidade…especialmente o Mentes, e claro o CSI, o Las Vegas e o Nova Iorque…enquanto houve paciência para ver estas séries elas eram porreiras. Mas....o Sete Palmos é que é!!!!!
quinta-feira, dezembro 17, 2009
Resumo da Década (III): Música
The Rat, The Walkmen
Fico com um sorriso estúpido na cara, dá-me uma agitação motora, o meu pé ganha vida própria e canto/grito as letras como se não houvesse amanhã. Por esta música apanhei a seca da vida com a Duffy e fui horas mais cedo para um festival….para depois o vento não a deixar ouvir bem. Enfim, é a melhor música da década para mim. Digna, porém diferente, sucessora de Paranoid Android e Street Spirit. Adoro.
Completam os pódio o Wolf Like Me, que me dá a mesma agitação motora; e o Elephant Gun porque…porque sim. Porque faz sentido que assim seja!!!
Mas há mais!! Muitas mais músicas excelentes que não me canso de ouvir. Entre elas temos: Black-Hearted Love, Take me Out, Wake Up, Neighbourhood #1,2,3,4, Gospel, Santa Clara, Reckoner, When The Sun Goes Down, Weird-Fishes/Arpeggi, Inni Mer Syngur Vitleysingur, Jigsaw Falling Into Places, Nude, Videotape, Pioneer to the Falls, Start a War, Mr. November, Standing in the Way of Control, This Nite, Intervention, Keep the Car Running, In the New Year, Another One Goes By, Paris is Burning, This Fire, Do You Want To, Another World, I’m a Lady, LES Artistes, Mr. Brightside, As I Sat Sadly By Her Side, Pagan Poetry, Turn Into, Oxford Comma, A-Punk, Hoppipolla, Rebelion (Lies), Kids, Time to Pretend, Crying Lightning, Svefn-g-Englar, Is This It, New York City Cops, Seven Nation Army, You Only Live Once, Staralfur, Magic Position, The Age of Understatement, Meeting Place, Somebody Told Me, Tiergarten, Human, Nothing Really Ends, Across the Universe (by Rufus), Your Love Alone, Stand Inside Your Love, A Dustland Fairytale, Superman, Psychotic Girl, So He Wont Break, White Winter Hymnal, Oliver James, Out of Control, Villarejo, Infinito Particular, Amor I Love You, Blind, Tribulations, Skinny Love, Never Miss a Beat, Mistaken for Strangers, I Predict a Riot, All The Thing's That I've Done, Everyday I Love You Less and Less, The Pioneers, Fake Empire, This Modern Love, So Here we Are, Chicago…sei lá, e muitas muitas mais. Estas são só aquelas que me lembro, assim, de repente, mas há muitas e muitas mais. Contudo, The Rat, para mim, é a melhor!!!!
terça-feira, dezembro 15, 2009
Resumo da Década (II): Álbuns
Kid A, Radiohead
O que dizer de Kid A?!?! Depois do incrível, e disco da década de 90, Ok Computer os Radiohead reinventaram-se com esta obra prima. A melodia é mais calma, as letras mais murmuradas e estranhas, as canções muito mais difíceis e, mesmo assim, continua a ser profundo e magnifico. É incrível pensar que este é o disco seguinte a OK Computer, é uma transformação, uma mudança de génio.
O resto do pódio vai para Funeral, dos Arcade Fire. Álbum em que quase todas as músicas têm um som épico e dão vontade de gritar a plenos pulmões as letras; e Memórias, Crónicas e Declarações de Amor, da Marisa Monte, pela harmonia perfeita do álbum, pela bela voz da autora e por me ter demonstrado que também consigo ouvir musica brasileira…apesar de continuar a só ouvir Marisa Monte.
Existem mais, muitos mais discos que merecem referência, mas só me apetece destacar os seguintes: Agaetis Byrjun, dos Sigur Rós (que dizer deste disco sem palavras?), Turn on the Bright Lights, dos Interpol (as guitarras!!! sempre as guitarras!), Boxer, dos The National (todas as músicas são bonitas e ajudam a remoer problemas), Amnesiac e In Rainbows, dos Radiohead (canções e mais canções de inalcançável qualidade), Mezzanine, dos Massive Attack (a minha introdução à electrónica), o No More Shall We Part, do Nick Cave (por ser Nick Cave e por isso ser sinónimo de qualidade), o álbum homónimo dos Fleet Foxes (rock coral rocks!!!), Silent Alarm, dos Bloc Party (por ainda ouvir o disco como se não houvesse amanhã), o homónimo dos LCD Soundsystem (por me fazer apetecer dançar), o, também, homónimo dos Franz Ferdinand (por continuar a ouvir com prazer), o Poses, do Rufus Wainwright (pela voz, pela música de cabaret e por ser excelente), o Is This It, dos Strokes (pela velocidade das músicas que dão vontade de saltar) e o primeiro dos Vampire Weekend e dos MGMT (por serem a próxima grande coisa e por serem discos excelente)
quinta-feira, dezembro 10, 2009
Resumo da Década (I): Séries de 30m
É a série que mais me apetece ver. Tão bem escrita que consegue passar um ar de normalidade à total loucura que por ali passeia. Ainda não vi a terceira época mas a forma como a série ultrapassou o, constante, sentimento de pena que Hank Moody sentia na primeira época, naquele assustadoramente bom episódio final, e passou a estar mais ligada a relações e sentimentos, sempre com muita loucura, sexo e drogas à mistura, foi muito boa. É a série curta... de, meu, culto
O resto do pódio vai para 30 rock, o digno sucessor de Seinfeld (sinceramente, até acho que é melhor, bastante, melhor que o Californication, mas já “gosto” da Becca, Karen e do Hank Moody e quero que tudo lhes corra bem) e única série a fazer-me rir como se não houvesse amanhã e para Entourage. A saga de Vincent Chase e companhia + Ari é hilariante, inovador e acertou em cheio.
Quero dizer ainda o seguinte: acho que o How I Met Your Mother (o Barney é das melhores personagens da historia da TV) e o Weeds (valores ao contrário e deboche = incredulidade e muito riso) são excelentes. E que o Scrubs, o My Name is Earl e As Novas Aventuras da Velha Christine são engraçados (a Julia Louis-Dreyfus é magistral).
Ps – obviamente, estas listas que aqui colocarei sofrerão com o meu esquecimento. Com certeza faltarão coisas que adorei e que, na altura que escrevia os post respectivos, não me lembrei delas. Há medida que me for lembrando tentarei corrigir. Mas, acima de tudo, tentarei que fique logo tudo bem à primeira….como belo obsessivo que, orgulhosamente, sou!!!





