Há 4 dias
terça-feira, maio 06, 2014
quinta-feira, maio 01, 2014
domingo, abril 27, 2014
terça-feira, abril 15, 2014
segunda-feira, abril 14, 2014
quinta-feira, abril 10, 2014
Ténis
Nunca compro ténis de jeito. Uns mais engraçados que outros, mas estragam-se logo. Falta-me a confiança para algo mais arrojado.
quinta-feira, abril 03, 2014
Carta aberta....
Querida Colômbia, boa tarde. Ou melhor, buenas tardes. Porque insistes em me irritar? Assim, nunca seremos amigos!! Tu
(Usted, ahah), que és um país grande, com imensa população (mais de 45 milhões),
que tens os Andes e a Amazónia, que tens coisas horríveis como as Farc e o
narcotráfico e tão bonitas como Cartagena, San Agustin e Santa Cruz de Mompox
(entre outros….)… porque insistes em me irritar? Já não bastava o Falcão, o
Guarin, o James Rodriguez, o Jackson Martinez e até o Montero a, volta e meia,
estragarem-me os planos na bola? Porquê uma Tininha? Hum….?!? Não podíamos ter
ficado pela Vergara (Máaannny!!!) ou pela crazy-but-I-like-it Shakira? O que vai ser a seguir? Eliminam-me do
mundial com um golo no último segundo? Váaaa, váaa (ahah)…pára lá com isso. A
sério, pára!!!
Entretanto, hoje, enquanto se chegava a Lisboa, com
arco-iris sobre a expo, esta sequência:
The
Killers – All These Things That I‘v Done;
Woodkid
– I Love You
Rolling
Stones – Paint it Black
Interpol - Obstacle 1
Peixe:Avião - Avesso
Grandes rádios, grandes músicas para começar o dia antes de: “hola!!! Estás bien?”
quinta-feira, março 27, 2014
quarta-feira, março 19, 2014
Pequena
Hoje, pela primeira
vez, desde que moro na margem sul a ponte fechou. Caos. Demorei 3 horas a
chegar ao trabalho (quando costumo demorar perto de 20m), passei por três portagens e fiz mais de setenta kms.
Enquanto lia, viva os livros, pensava se teria sido a escolha certa. Montijo, margem
sul? E foi. Mesmo. No meio de tanta escolha errada, uma escolha mais que certa.
Além do
tamanho da casa, ao preço a que foi, que permite espaço para ti e para mim. Ele
há o sol o dia todo a bater na casa aquecendo-a para a noite, a garagem para as
noites e para ajudar com as compras, há o muito para mobilar, ainda ontem
chegou mais uma coisa pela correio (espectacular e em grande ….claro, porque
coisas pequenas não se coadunam com Amor grande…coadunam é bonito, ahah), varandas
grandes de onde se vê a Arrábida, a pista para correr à porta, o poder ir
comprar pão e cenas a pé e, se a cabeça estiver para aí virada, até ir ao
cinema a pé. Há o rio, enorme que parece um mar, jardim para passear um futuro
cão (esteve tão perto de aparecer já), pasteleiro numa garagem com bolos a
60cêntimos e um cheiro maravilhoso, Lisboa a 20m, alfarrabistas a 30 devido ao
estacionamento, aeroporto a 20m, praias (sem filas) a 25m (Setúbal, Fonte da Telha
e Caparica), autoestradas a 5m, come-se bem, comida caseira, e barato …está
tudo perfeito com o sol. O sossego. Só falta chegares tu, para tornares tudo
perfeito, neste dia que é meu por ti.
Entretanto, continuo a deixar a porta do carro aberta, a carteira no carro,
a pedir pizza porque assim o Benfica não perde (se a pizza chegar até ao inicio
do jogo, claro!!!), casaco no carro enquanto passo frio, no outro dia deixei o
multibanco na bomba, a usar demasiada vezes capuz, ia saindo sem abastecer depois de pagar, o tel cai-me umas
três vezes por semana ao chão, penso em algo e 5m depois já não sei o quê,
a preferir livros de alfarrabistas, a vestir-me demasiado quente quando está
ameno e fresco quando está frio, esqueço-me de livros em jardins, com pouca
confiança para comprar roupa para mim sozinho, tenho um banco para tirar da
mala do carro há duas semanas, ruas preferidas, deixo a chave na porta enquanto
vou às compras, deixo torneiras abertas, congelador demasiado tempo aberto,
comprei uma camisola que já tinha outra igualigual (e já dei as duas porque, na
realidade, juro, nem gosto assim tanto delas.…da cor delas…cenoura…porque as
comprei? pois….), igrejas preferidas ao pé de escadinhas, guardo coisas e
mando-me mail para saber onde as guardei, a levar a mão aos olhos para garantir
que estão lá os óculos (e depois sujo-os com dedadas, evidentemente), perco a
carteira num cachecol, comprei 3 vezes o mesmo livro (o clássico do Conrad, No
coração das Trevas), a não saber identificar os legumes do Prove e fazer
nabiças em vez de espinafres (nabiça!!), a ler para acalmar pensamentos (não
ler é sinónimo de tudo demasiado bem ou demasiado mal), esqueço-me de cortar o
cabelo e fazer a barba e as vezes de cortar uma ou outra unha, a sortear(!!!)
os livros que vou ler e a guarda-los por ordem alfabética (mas totalmente
aleatória para outro que não eu), esqueço-me das chaves em todo e qualquer lugar….….I’m still Phil (modelo a seguir, sem medos!!!).
Música:
quarta-feira, março 12, 2014
sexta-feira, fevereiro 28, 2014
quarta-feira, fevereiro 26, 2014
terça-feira, fevereiro 25, 2014
Enquanto se vê Lisboa chegar....
sente-se falta de concertos em tendas....
e de:
(sim, o que é português está na moda e ela tem um ar gaiato)
e de:
(sim, o que é português está na moda e ela tem um ar gaiato)
quinta-feira, fevereiro 20, 2014
Já a luz se apagou do chão do mundo,
deixei de ser mortal a noite inteira;
ofensa grave a minha, que tentei
misturar-me aos duendes na floresta.
De máscara perfeita, e corpo ausente,
a todos enganei, e ninguém nunca
saberia que ainda permaneço
deste lado do tempo onde sou gente.
Não fora o gesto humano de querer-te
como quem, tendo sede, vê na água
o reflexo da mão que a oferece,
seria folha de árvore ou sério gnomo
absorto no silêncio de uma rima
onde a morte cessasse para sempre.
deixei de ser mortal a noite inteira;
ofensa grave a minha, que tentei
misturar-me aos duendes na floresta.
De máscara perfeita, e corpo ausente,
a todos enganei, e ninguém nunca
saberia que ainda permaneço
deste lado do tempo onde sou gente.
Não fora o gesto humano de querer-te
como quem, tendo sede, vê na água
o reflexo da mão que a oferece,
seria folha de árvore ou sério gnomo
absorto no silêncio de uma rima
onde a morte cessasse para sempre.
António Franco Alexandre: "30", Duende
segunda-feira, fevereiro 17, 2014
Bons Sonhos
citações (come with me to London!! Or come and meet me at the airport, sunday, and kiss me...oh kiss me, 'cause that would make it right)
“Quando se ama, o nome estorva. A amada é “ela”. E quando se
tem a amada, quando pertence realmente àquele que ama, então inventa-se um nome
secreto, esse nome que é a chave do amor”, Gonzalo Torrente Ballester.
“Sono? não, não chega a manhã, não vai chegar nunca, é inútil esperar
que os telhados empalideçam, uma lividez gelada aclare tremulamente os estores”,
António Lobo Antunes.
quarta-feira, fevereiro 05, 2014
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